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Encontramos a fórmula do amor! E você?

Sim, todos sabemos: o amor é química! A  reação do amor no nosso corpo é semelhante a uma explosão de alto impacto, principalmente entre os mais sensíveis. Por isso, o Zankyou resolveu investigar mais sobre o funcionamento desse grande fenômeno  – claro que com um toque de poesia, pois o amor nunca será apenas ciência, embora seja útil saber o que os especialistas no assunto têm descoberto…

Conheça os 7 tipos de amor e responda: qual é o seu?

Foto: Franklin Protazio

1. Os níveis de oxitocina me dizem: é amor verdadeiro!

Ao contrário do que gostamos de dizer, não é o coração que se apaixona, mas sim o nosso cérebro. Ele é cheio de reações químicas e é através de um hormônio que começamos a sentir o amor: a oxitocina. É por causa dela que nos interessamos por alguém e passamos a sentir o que sentimos, até que a relação evolui para um amor romântico. “O amor é esse emaranhado de complexas reações químicas no cérebro”, diz Larry Young, coautor do livro A Química entre Nós. Ainda assim, nada nos impede de nos apaixonar loucamente e chorar com um bom filme romântico. É ou não é verdade?

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2. Beijo de manhã, de tarde, à noite: Beija, beija, beija eu

O beijo não é só o princípio do amor. É também o meio e o final. É um livro sempre aberto no meio, como dizia a poetiza polonesa, prêmio nobel de literatura em 96, Wislawa Szymborska. O beijo determina aonde seu romance vai. Pesquisas recentes têm dito que o beijo é de suma  importância para se considerar a viabilidade do parceiro e, consequentemente, o futuro da relação. Já durante o relacionamento, é por ele que identificamos se a relação vai bem ou mal. Quanto mais se beija, mais se assegura um futuro satisfatório. E você, já beijou seu amor hoje?!

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3. Longe dos olhos perto do coração

Por mais que para algumas (muitas) pessoas o relacionamento à distância parece ser algo “surreal”, ele existe e dá certo para muitos casais. Estudos afirmam que a distância não só não destrói um relacionamento, como pode estabilizá-lo. Contudo, viver geograficamente separados pode fazer com que idealizemos mais a relação e até a pessoa em questão – mesmo já se conhecendo antes. Por isso, para que dê certo, é preciso ter muita conexão – tanto afetiva e emocional, quanto a de rede – sua internet tem que funcionar muito bem…

Compartilhar momentos únicos via skype, conversar  horas pelo telefone e enviar muitos áudios no whatsapp fazem com que a distância seja menor e a relação se mantenha forte. Além do mais, é muito gostoso poder se perguntar “o que será que ele/a está fazendo agora?” e querer saber tudinho do dia da pessoa, não é mesmo? Pode mesmo valer a pena arriscar, já que quando o assunto é amor, não existem barreiras.

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4. Minha meta + nossa meta = sucesso

Houve um tempo em que os casamentos não se passavam de meros acordos entre famílias. Hoje em dia, porém (somos gratos por isso!), pessoas buscam por verdadeiros parceiros/as. Por isso, há certa exigência, certa cautela e muito amor para que se escolha estar para sempre com alguém. Buscamos a satisfação, o crescimento e nunca o conformismo. Juntos, estabelecemos metas, porque para verdadeiros amantes, o relacionamento é mesmo uma aventura! Segundo Eli Finkel, psicólogo e pesquisador, os parceiros deveriam se entregar profundamente, batalhar juntos e alcançarem juntos seus objetivos como casal. Ou seja, segundo Finkel, estabelecer metas é fundamental.

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5. Sem tesão não há solução

Segundo Jim Pfaus, professor de psicologia do Canadá, apesar das diferenças nos padrões, tanto o amor quanto o desejo possuem estruturas muito relacionadas. Em ambos  há um “objetivo” pela satisfação – como acontece com um vício em algo. Sendo assim, em condições normais, se te falta saciedade de desejo e/ou amor, provavelmente você sintará uma espécie de abstinência, o que pode levar a uma grande insatisfação – em muitos casos, a uma tristeza profunda.

Por outro lado, o estudo indica que apesar de amor e desejo se relacionarem – e de parte do amor obter um componente do desejo sexual – o amor é algo mais abstrato, expresso de uma forma mais íntima com o objeto do amor. É por ele que se expressam, no corpo, sentimentos de motivação, expectativa e até certos hábitos.

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Agora que você sabe um pouco mais sobre o amor a partir de um ponto de vista científico, observe melhor como está indo o seu relacionamento e veja onde pode melhorar. Veja também como é possível um casamento longevo na matéria: “Até que a morte os separe”: saiba como este casal ficou 87 anos casado

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