7 discussões que TODO casal tem durante a organização do casamento e como evitá-las!

7 discussões que TODO casal tem durante a organização do casamento e como evitá-las!

Dois não discutem se um não quer... A menos que vocês estejam organizando um casamento! Aprenda, então, como evitar as brigas pré casamento e chegar à lua de mel em paz com o seu amor!

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Quando um não quer, dois não brigam… a menos que vocês estejam organizando um casamento. Neste caso, as discussões podem surgir do nada: basta acender um pavio – que pode ser o nervosismo exacerbado, um fornecedor que deu para trás, convites que não chegam, familiares inconvenientes. – para que ocorra uma explosão quando menos se espera. Essas são as 7 discussões que TODO casal tem durante a organização do casamento e como evitá-las!

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Foto: Lucas Dumphreys Fotografia

Betty Dabkiewicz, life coach da Coaching de Noivas diz que essa montanha russa de emoções é normal, afinal, os noivos estão no grau máximo de expectativa com algo que é a realização de um dos maiores sonhos de suas vidas. “Tanto a postura como as atitudes positivas são fundamentais para manter a harmonia, a integração dos vários interesses e prioridades do casal”, afirma Betty.

Separamos, a seguir, 7 discussões que todo casal pode ter durante a organização do casamento e, o mais importante, o que se pode fazer para evitá-las.

Organizar o casamento sem brigas e sem stress é possível: saiba como!

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Foto: Dri Castro Fotografia

1. O dinheiro

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É o problema número 1 na hora de organizar qualquer casamento. A menos que você disponha de uma verba ilimitada – proveniente do próprio bolso ou contando com a ajuda dos pais – esse é um assunto que costuma gerar alguns (ou muitos!) atritos.

Um exemplo: o preço do vestido de noiva, algo de uso exclusivo seu, às vezes, chega a atingir o valor da lua de mel, que será desfrutada por ambos. Olhando por este prisma pode parecer injusto, mas tudo, afinal, depende do ângulo que se vê. O melhor mesmo é manter a cabeça fria e levar em conta as suas prioridades e as prioridades do noivo também. O que é imprescindível para você? E para ele?

O ideal é realizar, previamente, um planejamento financeiro em conjunto. E ele não se resume apenas aos gastos com a festa. Betty Dabkiewicz diz que “é preciso definir as ações a serem realizadas pelo casal, seus papéis e funções na rotina e em cada aspecto importante para a vida do casal: o local de moradia, o casamento, pacto pré-nupcial, obras e decoração, lua de mel, etc.”.

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Foto: Paloma Centurion

2. Familiares intrometidos

Um clássico dos casamentos brasileiros e, na realidade, da metade do mundo também, são aqueles parentes que acabam dando sua opinião em tudo: desde coisas simples, como o design dos convites ou os centros de mesa, até às decisões mais importantes, como a data e o local da festa. Organizar um casamento é quase um curso express de adaptação, paciência, confiança e compromisso. A última coisa que você precisa neste momento é de uma dose extra de pressão, principalmente vinda das pessoas mais próximas, não é mesmo?!

Se essas opiniões começarem a afetar a sua relação com seu noivo, por mais difícil que seja, preserve o amor de vocês, priorize você dois e evite discussões por motivos que não valem a pena. Fale com as pessoas em questão e imponha limites, mas de maneira sensata, sem magoar. Se as tensões vêm por parte da família do seu companheiro, é o momento de deixar de lado o orgulho e o rancor e começar a aceitar essas pessoas como parte da sua nova vida que está a ponto de iniciar.

Confira algumas ideias de como evitar que os pais se intrometam na organização do casamento

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Foto: Jairo Crena

3. Nível de interesse

Entre o casal, normalmente há um lado que se interessa menos que o outro pela organização do casamento. O estereótipo costuma apontar para o noivo embora, na realidade, tudo depende mais dos interesses pessoais e do tipo de personalidade de cada um: há aquele que é mais organizado que o outro, ou mais criativo, ou prefere as coisas mais simples ao invés de ter dezenas de opções para escolher. Enquanto um adora a parte da decoração, da escolha da paleta de cores; o outro tem que se esforçar para dar atenção a algo que normalmente não o atrai.

Quando esta balança se desequilibra é que aparecem os problemas: a parte mais interessada tem a sensação de estar fazendo tudo sozinha, enquanto a outra pode achar que está sendo ignorada nas decisões. Nesses casos, o ideal é sentar, conversar e buscar aquilo que é mais interessante para cada um, para que todos se envolvam de forma prazerosa. Ao invés da decoração, a outra parte pode ficar encarregada de tomar as decisões sobre música, menu e fotografia, por exemplo.

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Foto: John Lennon Fotografia

4. Convidados “controversos”

Por exemplo, nossos ex-namorados, ex-noivos, ex-maridos… Convidamos ou não? Ou o clássico amigo íntimo do noivo que você não vai com a cara, mas que seu amor insiste em convidar para padrinho. Nestes casos, o melhor é não se colocar na defensiva e tentar entender que existe um motivo para tal convite e que essa pessoa é importante para o seu amor. Brigar por amigos ou ex-namorados não costuma levar a lugar nenhum, especialmente se o seu parceiro se vê na posição de escolher entre você ou o outro.

Muitas vezes estas situações levam a sensações de impotência ou ressentimento. Por isso, o melhor é deixar os ciúmes de lado (que, cá entre nós, a esta altura do campeonato, não faz o mínimo sentido, não é?) e tentar se relacionar com essa pessoa que é tão próxima de seu companheiro. É possível que você até descubra que há mais em comum entre vocês do que se imagina.

Veja a opinião de nossos leitores sobre convidar o ex para o casamento: Sim ou não? 

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Foto: Margo Yermolayeva

5. Convidados que não confirmam

Nem todas as brigas nascem do casal de noivos. Às vezes, se os nervos estão muito à flor da pele, também podemos chegar a nos aborrecer com uma irmã, uma amiga ou qualquer outro convidado. Uma das principais fontes de conflitos é a falta de confirmação a tempo, que faz com que você praticamente “persiga”, um a um, seus amigos e familiares para que te digam se irão ou não ao casamento.

Sem a lista definitiva de convidados fica impossível montar seu mapa de assentos – algo que já é trabalhoso por si só e que pode levar a algumas outras discussões. A última coisa que você precisa neste momento é atrasar todo o processo. Para poupar dissabores, envie aos convidados um save the date assim que tiver a data confirmada. Desta maneira, todos podem se organizar com antecedência para estarem presentes no grande dia.

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Foto: Volvoreta Bodas

6. Os convidados por “protocolo”

Aquelas pessoas que não são muito chegadas, mas que acabamos convidando por diferentes motivos: chefes, chefes dos pais, antigos colegas de trabalho, pessoas que nos convidaram para seus casamentos há alguns anos… Discutir sobre este assunto é outro clássico entre os casais e também entre seus pais, especialmente se eles estão pagando parte do casamento.

Neste caso, eles tem todo o direito de fazer sua própria lista de convidados, e não há nada que se possa fazer. A não ser que queira arcar com os custos integrais do casamento. Se, por acaso, perceber que eles estão fazendo uma lista sem fim e o seu objetivo é uma cerimônia de menores proporções, converse com seus pais e encontrem um meio-termo que agrade a todos.

Conheça os 6 tipos de convidados de casamento que SEMPRE perdem a linha!

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Foto: Margo Yermolayeva

7. A lua de mel

Está tudo sob controle! Você tem todas as reuniões com os fornecedores em dia, as provas do vestido vão de vento em popa e você já não vê a hora de ficar estatelada sob o sol de alguma praia paradisíaca de Bali depois de passado o casamento. Até que em uma conversa com o noivo, você vê que ele já está fazendo planos para a lua de mel na Patagônia argentina, e que a Indonésia não passou nem pela sua cabeça.

Nesses casos, o ideal é levar em consideração as várias opções levantadas pelo casal e tentar contemplar ambas as partes por igual. Assim vocês evitam futuras tensões, resmungos e alguns “eu avisei…”. Duas sugestões: dividir a viagem em duas metades com destinos diferentes ou escolher um destino que combine vários aspectos importantes para ambos, como tranquilidade, romantismo, aventura e compras. Betty Dabkiewicz, da empresa Coaching de Noivas, considera primordial “pensar o roteiro juntos, organizar a documentação com antecedência – como passaporte, vistos, seguro saúde – e calcular o dinheiro necessário para a viagem.

Responda: QUIZ lua de mel: a viagem ideal para cada estilo de casal!

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