As 8 obras de arte mais românticas e poderosas da história!

As 8 obras de arte mais românticas e poderosas da história!

O amor está, desde sempre, presente em todos os campos da arte. Descubra as 8 obras artísticas mais famosas e mais românticas da história!

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O amor é uma arte. Com todas as suas paixões e turbulências, há beleza e encanto no simples ato de amar. Por isso o Zankyou selecionou as 8 maiores obras de arte sobre amor. Algumas chocaram seus contemporâneos por simplesmente mostrar este sentimento de forma crua e direta, seja com dor, paixão ou inversão de papéis. Arte é beleza, mas é também poder. Vamos lembrar:

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Foto: Mike Petrucci

1. Eros e Psiquê – Antonio Canova

O veneziano Antonio Canova foi um dos maiores escultores neoclássicos europeus. Como de costume nas obras iluministas da Grécia e Roma antigas, a escultura é dotada de sofisticação e detalhes. A obra Eros e Psiquê retrata uma das mais lindas histórias de amor da mitologia grega:

Psiquê era uma jovem lindíssima e muito admirada. Afrodite, a deusa do amor, tinha ciúmes da beleza da moça e ordenou que seu filho, Eros (cupido), flechasse a jovem para que ela se apaixonasse pelo ser mais horrendo da face da terra. O que ela não esperava é que o próprio Eros se apaixonasse por Psiquê e não cumprisse a ordem. Num romance cheio de idas e vindas, terminam com a permissão de Zeus para viverem felizes para sempre no Monte Olimpo, desfecho muito raro entre os seres mitológicos.

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Foto: Eufacohistoria

2. O Beijo – Gustav Klimt

Gustav Klimt, austríaco que por muitos anos foi coadjuvante na história da arte, era um artista influente que gostava de revelar os anseios intelectuais, eróticos e simbólicos das paixões do final do século XIX. Esta obra – como todas de seu “período dourado” – possui muita cor, muito dourado e uma representação simbólica de corpos que faz com que, neste quadro, se pareçam com apenas um. O mundo do casal é apenas deles, é fantasioso e sublime. A obra retrata a intimidade. Uma intimidade que não se revela e fica por debaixo dos “lençóis“, o que torna a pintura intensamente erótica.

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Obra: O Beijo, Gustav Klimt

3. Os Amantes – René Magritte

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Um dos principais artistas surrealistas da Europa, Magritte era o pintor das metáforas: utilizava o contraste do realismo dos objetos e a atmosfera irreal do todo. Por isso, suas obras expõem sempre um debate. Em Os Amantes, não faltam interpretações: a impossibilidade do amor sem o contato físico; a metáfora de um amor proibido e apaixonado, mas incompleto; o distanciamento dos amantes representado pelos panos; ou simplesmente a morte por suicídio da mãe do artista, cujo corpo foi encontrado em suas roupas brancas e com o rosto molhado.

Embora os significados das obras sejam sempre múltiplos, aquele significado precursor, pertencente somente ao artista, deve residir para sempre criptografado na mente dele. E foi essa mensagem que Margritte transmitiu aos curiosos e defensores de um “motivo uno”“A realidade é tão ambígua, incoerente e abstrata como qualquer pintura”.

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Obra: Os Amantes, Rene Magritte

4. Os Amantes – Pierre-Auguste Renoir

Como grande representante do Impressionismo, capturou todos os momentos através de imagens pintadas com cores primárias. Em Os Amantes, o homem não consegue escapar aos encantos da mulher, ele tenta alcança-la e fica em posição de submissão a ela. É o retrato de um momento, o casal a sós, escondidos no meio da natureza… Um momento único como o amor: algo que não se repete.

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salvarObra: Os Amantes, de Pierre-Auguste Renoir
Obra: Os Amantes, de Pierre-Auguste Renoir

5. Na cama. O Beijo – Toulouse-Lautrec

Nesta obra do pós impressionista, os segundos retratam a verdade da alma. Apesar de não parecer, este quadro fascinante, descrito pelo próprio autor como “resumo do prazer sexual”, representa duas mulheres em suas preliminares. Suas protagonistas são duas prostitutas que experimentam o sexo livre das amarras da sociedade da época. Este beijo cheio de simbolismo, revela uma ternura que atravessa a tela e, de uma forma sedutora, nos invade e reconforta. Esta pintura exala beleza por todas as partes!

salvarObra: Na cama. O beijo, de Toulouse-Lautrec
Obra: Na cama. O beijo, de Toulouse-Lautrec

6. Utamakura –  Utamaro Kitagawa

O artista japonês Utamaro Kitagawa concentrou suas obras especificamente em cenas de amor e sexo. Esta tela é uma das suas obras mais recatadas dentro do conjunto Utamakura (“Poema do Travesseiro”), que reúne 12 gravuras com uma intensidade sexual nunca atingida por outro artista e inspirada por muitos grandes artistas ocidentais. Hoje suas obras estão expostas no Museu Britânico. Apenas olhe a imagem e nada mais precisará ser dito ou explicado.

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salvarObra: Utamakura, de Kitagawa Utamaro
Obra: Utamakura, de Kitagawa Utamaro

7. O Abraço de amor do Universo, a Terra (México), eu, Diego e Senhor Xolotl – Frida Khalo

Frida Khalo, uma das figuras mais marcantes do México – e uma das maiores artistas mulheres do mundo – retrata nesta obra vários elementos que derivam da cultura mexicana e de seus sentimentos mais íntimos. Primeiro, o México (a mulher, a deusa) representa o lugar do seu nascimento, que concebe e amamenta a ela e a Diego, seu parceiro; Diego toma a forma de um bebê, a quem Frida cuida e segura com um abraço amoroso. Diego lhe dizia para “sempre segurá-lo como uma criança recém-nascida”, já que a parceira não podia ter filhos – o maior trauma de Frida.

Mesmo ele, em posição de criança, possui o terceiro olho – a sabedoria – e isso os torna inseparáveis e completos. Suas imagens sempre chocaram o público por sua exposição de sentimentos sobre si de forma muito crua. Seu amor por Diego envolveu muita dor e paixão, e esta imagem foi a melhor forma de demonstrar isso.

salvarObra: O Abraço de amor do Universo, a Terra (México), eu, Diego e Senhor Xolotl, de Frida Khalo
Obra: O Abraço de amor do Universo, a Terra (México), eu, Diego e Senhor Xolotl, de Frida Khalo

8. Beijo II e Beijo V –  Roy Lichtenstein

O Pop Art é o estilo que deu fama a referências culturais como Andy Warhol. A finalidade deste movimento era converter em arte os elementos da cultura popular extraídos da publicidade, da TV, dos quadrinhos e do cinema. Nesta onda surfaram bandas de proto punk, punk rock e new wave, performers e artistas plásticos, tendo como seu maior expoente Roy Lichtenstein.

Sua obra mais importante, Beijo II, abriu caminho para a sua fama e para outros trabalhos de peso equivalente e grande significado social, como Beijo V – extraído do número 97 do quadrinho “Girls Romance”. Nelas, destacam-se as linhas negras e espessas, as cores primárias e os pontos reticulados – para simular a impressão em rotativas de alta velocidade (como se fossem obras produzidas em grande quantidade, para o consumo de massa), mas na verdade, os pontos eram pintados à mão por Lichtenstein. O amor, assim como a pintura, mesmo o mais perturbador, a vezes não precisa de explicação para comover.

salvarObra: O beijo II, de Roy Lichtenstein
Obra: O beijo II, de Roy Lichtenstein
salvarObra: O beijo V, de Roy Lichtenstein
Obra: O beijo V, de Roy Lichtenstein

Embora haja muitas obras que falem de amor e paixão, essa é a nossa seleção para que não se esqueça de grandes nomes da arte, que através de sua ousadia, conseguiram espaço para transmitir suas mensagens que continuam intrigantes até hoje. Eles jamais podem ser esquecidos.

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