Villa Giardini lança floricultura online e incentiva consumo de flores em pandemia

Villa Giardini lança floricultura online e incentiva consumo de flores em pandemia

Lançada em maio deste ano, o Atelier Giardini disponibiliza a produção floral exclusiva dos eventos Villa Giardini para o grande público, através da encomenda e entrega em domicílio.

Villa Giardini lança floricultura online e incentiva consumo de flores em pandemia
Foto: Atelier Giardini / Divulgação
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Uma das categorias mais atingidas pelo Covid-19 no mercado de casamentos é o das flores. Com a paralização dos eventos e cerimônias, uma enorme quantidade de flores tem sido descartada semanalmente.

Mas apesar dos desafios, o mercado em geral tem se apoiado e procurado encontrar soluções digitais para enfrentar o problema. É o que fez a Villa Giardini, um eco parque que é palco para casamentos em Brasília.

Procurando uma forma de apoiar a cadeia produtiva, a Villa Giardini se reinventou criando o Atelier Giardini, uma floricultura online. A plataforma lançada em maio deste ano disponibiliza a produção floral exclusiva dos eventos Villa Giardini para o grande público, através da encomenda e entrega em domicílio de arranjos florais, buques, terrários, orquídeas, vasos de plantas ornamentais e tudo o que envolve plantas naturais e decoração.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

O mercado de flores em tempos de COVID-19

Com o alastramento do novo Coronavírus no Brasil no início do mês de março, o país entrou em uma crise abrupta, deparando-se com a paralização de todo um sistema econômico e social que teve suas atividades interrompidas do dia para noite, sem prazo para retornar.

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O mercado de eventos sociais, foi um dos atingidos pelas medidas de isolamento social e fechamento do comércio. Esse mercado movimenta uma cadeia vasta de profissionais e empresas que vão desde o produtor à quem realiza o sonho de um evento planejado e sonhado com tanto tempo, como é o caso de casamentos. Não distante, o segmento é o maior consumidor das chamadas flores de corte, como rosas e orquídeas, que são mais perecíveis, e tem data certa para colheita.

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Foto: Gabriel Ribeiro

Com o início da quarentena e o impedimento de aglomerar pessoas, os eventos sociais que estavam para acontecer começaram a ser cancelados e reagendados, transformando toda uma realidade econômica que vai muito além dos serviços contratados para o evento, afetando também fortemente a cadeia produtiva dos bastidores de um evento.  O mercado de flores sofreu fortemente com isso, uma vez que seguem um calendário de demanda para colheita das flores de corte, e sem eventos não havia uma alternativa a não ser descartar tudo que tinha prazo de colheita até então. Uma semana após a adoção das medidas de restrição sociais para contenção da Covid-19 em março, teve-se relatos de que 90% da produção diária era descartas pelos próprios produtores em Holambra, que é principal cidade produtora de flores de corte no país.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

E uma vez que sem eventos para realizar enquanto durar a quarentena, não há compra de flores nos volumes habituais no mercado, gerando uma instabilidade muito grande nesse setor que afeta muito além da vida dos produtores de plantas e flores, mas põe em xeque a realização destes eventos no futuro. pois sem giro no mercado os produtores começam a parar de semear sementes nas lavouras de produção, e sem semeadura não há colheita de flores e plantas daqui há́ 3/4 meses, quando é estimado que esse segmento retorne, uma vez que as plantas seguem um ciclo de crescimento que tem prazo para semeadura e colheita.

É toda uma cadeia de impactos que afetam desde o pequeno produtor que planta para sobreviver até́ quem tem festa programada no futuro, comprometendo a disponibilidade das flores para compra no futuro. Pois com o reagendamento de todos os eventos previstos para acontecer em 2020 soma-se aos eventos do não seguinte, acarretando um número de eventos acontecendo soltamente em todo o país. Com isso, sobe-se a demanda e em função da crise gerada, há pouca disponibilidade matéria prima no mercado. o eu posso afetar em muito todos os envolvidos nesse mercado

O Atelier Giardini

Com isso surge o Atelier Giardini, uma floricultura online, criada em meio a pandemia do novo coronavrius. Um braço do EcoParque Villa Giardini, em Brasília, que dentre várias atividades é especializado em realizar eventos sociais e privados.

Essa é uma iniciativa que busca não só manter a empresa ativa durante o período de pandemia, tendo tido suas principais atividades paralisadas, mas também contribuir com o mercado e a cadeia de produtiva de flores, pensando nos pequenos produtores, que muitas vezes dependem da venda diária para a sobrevivência e também com uma visão a longo prazo, com intuito de minimizar os impactos gerados pela crise no mercado de flores e plantas em um momento pós pandemia.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

Com isso, a Villa Giardini deu início a um movimento de conscientização do público para essa situação. Dando então origem ao Atelier Giardini, que foi oficialmente lançado no mês de maio deste ano.

O Atelier traz a assinatura exclusiva da Villa Giardini, oferecendo ao público um pouco do trabalho realizado com decoração de ventos no parque. A estética se apoia à mesma linguagem da casa, arranjos florais com arte e elegância, trazendo um novo conceito de floricultura e entrega de flores em Brasília. Os arranjos levam em suas composições espécies raras e nativas do cerrado, com peças de decoração de curadoria da Villa Giardini, escolhidas a dedo para agradar ao público mais exigente da capital.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

E logicamente, é importante ressaltar que tudo é produzido e manipulado com todos os cuidados necessários conforme as orientações das autoridades de saúde, seguindo todos os protocolos de sanitização e controle para evitar a propagação do novo coronavrius.

É um momento em que apostamos nas flores para levar alegria e carinho a quem amamos. Em um período de tantas incertezas e medo, em que muitas famílias e amigos estão separadas e impedidas de se encontrar. As flores vêm com isso trazer uma centelha de esperança e um gesto de carinho há quem está longe, encurtando as distâncias e alegrando o dia de quem recebe.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

A Villa Giardini:

O Eco parque Villa Giardini é uma idealização da Artista Plástica Dhyana Giardini e seus filhos, o Arquiteto Cauê Giardini, e a Chef Ana Terra Giardini. Filha, e netos do grande Paisagista Roberto Nehring, possuem de longa data paixão pela natureza e arte.

Conscientes da necessidade de mais espaços destinados à cultura em Brasília, e ao sério panorama da preservação ambiental, a Família Giardini propõe um espaço onde o homem possa resgatar sua ligação com a natureza. Dedicados a construir um espaço que poderá exercer grande importância no cenário cultural, social e ambiental no futuro da cidade, perdurando para as futuras gerações como grande polo cultural e de preservação do meio ambiente no Distrito Federal.

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Foto: Atelier Giardini / Divulgação

A Villa Giardini traz um novo conceito de parque para Brasília. Oferecendo à cidade um espaço em que arte, arquitetura e paisagem se fundem, criando um cenário único e de irresistível encanto. O parque sedia seu espaço para muito além de eventos sociais privados, abrindo seu jardim para a realização de chás da tarde com o Chá da Villa e passeios ecológicos.

O estreito diálogo entre natureza e arte proporciona ao público em geral um lugar convidativo à fruição estética, à produção de conhecimento e ao desenvolvimento humano em todas as suas dimensões, indo muito além de suas proporções quanto parque.