Os 22 vestidos de noiva mais charmosos de Karl Lagerfeld para a Chanel

Relembre os mais belos vestido de noiva do famoso e icônico estilista Karl Lagerfeld

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Há um ano o Kaiser da moda, Karl Otto Lagerfeld, mais conhecido por Karl Lagerfeld, morreu na cidade de Paris.  O designer da Chanel, para quem a “Elegância é uma atitude”tinha 85 anose deixou um enorme vazio na fashion industry.

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Inspiring, intriguing and sometimes provocative: "Karlism" quotes invite you to see the world through the designer's eyes. #AccordingtoKarl

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Nascido em Hamburgo, numa família burguesa a 10 de setembro de 1933, Lagerfeld dedicou toda a sua vida à moda, tendo atingido o auge da sua carreira quando chegou à direção da mais emblemática das maisons de mode, a Chanel, em 1983. Foi também nessa altura que ganhou a maior popularidade, tornando-se conhecido mesmo para quem não tinha contacto com universo da moda.

Não gostou de ser criança, como confidenciou em entrevistas – “a minha infância foi muito simples. Só queria ver-me livre daquilo e ser crescido. Não houve nada de que me possa queixar, não tive traumas, mas nunca brinquei com as outras crianças, só fazia desenhos e lia.”, terá dito – e a sua paixão pela moda começou em 1949, quando acompanhou a sua mãe a um desfile da Dior.

O primeiro passo na sua carreira deu em 1954, após ter ganho um concurso do Secretariado Internacional da Lã, onde tinha de criar três peças – um fato de homem, um vestido e um sobretudo – para a casa Balmain, que o convidou para trabalhar no seu ateliê, onde permaneceu até 1962. Em paralelo, em 1959 foi convidado para diretor artístico de outra prestigiada maison de couture, a Jean Patou e, aos poucos foi afirmando o seu génio, sempre muito à frente do seu tempo, mas que soube dosear para não corromper o legado das casas para as quais trabalhava.

Em 1965, Lagerfeld juntou-se à marca de luxo italiana Fendi, para a qual ainda hoje contribuía como diretor criativo, ao lado de Silvia Venturini Fendi, que representa a terceira geração da família. Durante a década de 1960, começou também a colaborar com a Chloé, da qual se tornou diretor criativo em 1974, mantendo uma relação próxima com a mesma até ao final do século.

É na década de 1980 que entra na Chanel e na altura dizia que trabalhava 16 horas por dia e que era feliz por o fazer. Ficou 35 anos na casa de moda francesa. Em 1984, fundou a sua marca epónima, que entretanto ganhou um alcance global.

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Eu sou como uma caricatura de mim próprio e gosto disso”, dizia Lagerfeld, um homem com um estilo muito próprio e autêntico, muito devido ao cabelo impecavelmente branco e penteado numa poupa com um laço de veludo e os óculos escuros, que nunca tirava porque dizia que “gostava de ver e não de ser observado”.

Tinha uma personalidade marcada, tendo crescido no meio da moda com polémicas e quebras de tabú, como quando usou a stripper e estrela de filme porno, Moana Pozzi, para desfilar para a Fendi em 1993, ou usou um verso do Alcorão na coleção Chanel, em 1994, que levou o Conselho Indonésio de estudiosos muçulmanos em Jacarta a pedir um boicote à marca. Sem filtros para os media, era capaz de produzir comentários profundamente controversos, como na altura em que uma revista alemã anunciou passar a preferir mulheres “comuns, realistas” em vez de modelos de medidas exigentes, e o criador disse, sem rodeios, que a decisão tinha sido tomada por “mamães gordas sentadas frente à televisão, com os seus pacotes de batatas fritas a dizer que as modelos magras são feias”. Mais recentemente chamou a cantora Adele de “gorda demais” e o mundo caiu em cima dele.

Hoje fazemos a nossa homenagem à vida de um dos estilistas mais revolucionário, inovador e icônico das últimas décadas, admirando os seus mais belos vestidos de noiva desenhados para a maison francesa Chanel, com modelos que vão desde calças modernas ao vestido de princesa romântico. Porque Karl Lagerfeld será também lembrado como um ícone excecional da moda nupcial!