4 grandes músicos nos deixaram em 2016... Emocione-se com a nossa playlist dedicada a eles!

Para muitas pessoas, 2016 é um ano para ser esquecido. Independentemente de como tenha sido na sua vida pessoal, o fato é que o mundo testemunhou grandes (e maus) acontecimentos. Em especial para as artes, o ano foi cruel: perdemos grandes músicos, atores e atrizes, cineastas e escritores. Mas, em vez de sofrer com o luto, o melhor é resgatar a valorizar suas obras.

As 50 melhores músicas de 2016: uma playlist definitiva!

David and Jonathan ross
David Bowie – Foto: google livre de direitos

Por essa razão, criamos esse post e playlist para honrar a memória de quatro ícones da música que fizeram em 2016, sua despedida definitiva. São quatro artistas multifacetados e de talento e relevância musical inquestionáveis. Estamos falando de

A morte de George, em pleno Natal, tornou ainda mais dura para os fãs essa despedida. Outros grandes nomes da música, ainda que menos conhecidos, também fizeram de 2016 um ano de grandes perdas para o cenário musical: Paul Katner, Maurice White, George Martin, Frank Sinatra Jr., Manolo Tena, Matt Roberts, Jean Shepard e Sharon Jones.

NOTA: Em 2015, Prince retirou todas as suas músicas do Spotify, para marcar seu posicionamento contra os serviços de streaming. Para que sua obra não ficasse de fora deste post, incluímos aqui vídeos do Youtube de algumas das suas melhores músicas.

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Foto: google livre de direitos – Bowie, Prince, Cohen y Michael

David Bowie

David Bowie se foi aos 69 anos, dois dias depois de lançar Blackstar, seu último disco que vaticinava, através de metáforas, o fim desse artista multifacetado. Seu legado é um dos tesouros mais preciosos da música dos últimos 50 anos. David Bowie contribuiu para a renovação da música em todos os sentidos, reinventandos gêneros musicais. Seu alter ego Ziggy Stardust fez o público se calar diante da ousadia (para época) em se mesclar ficção científica e teatro em um disco. E foi a definição da identidade de Bowie para o resto de sua carreira.

Seus sons experimentais e as letras complexas e cheias de significado contribuíram para a criação de um artista sem precedentes no mundo da música. Passeando entre o glam rock e os últimos acordes do punk, David Bowie trouxe um sopro de ar fresco para o pop, num momento em que esse gênero musical estava em decadência sonora e estética (que não se lembra dos figurinos provocativos do artista?). Sua vida e sua morte foram arte em seu estado puro.

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Foto David Bowie/Ziggy Stardust

Prince

Prince foi outra referência musical que, apesar da fama que o acompanhou até a morte, aos 57 anos, conseguiu se firmar e ser um dos líderes da música dos anos 80. Sua principal virtude era a capacidade de combinar sua voz única com o domínio total de um grande número de instrumentos (guitarra, baixo, piano, teclados, sintetizados, clavinete, bateria, percussão, saxofone e gaita). Prince era um artista polivalente, especialista em uma série de gêneros musicais, como R&B, pop, rock, soul, funk, dance, new wave, blues e jazz. Purple Rain se tornou seu álbum mais importante, uma obra de culto que contabilizou milhões de vendas, virou filme e deixou marcado para sempre o estilo do artista.

Prince rompeu barreiras apostando na transgressão, excentricidade e numa forma única de se apresentar. Seu cabelo afro, seus sapatos plataforma, os olhos pintados e os trajes delirantes foram os símbolos estéticos da sua identidade, complementos de uma personalidade arrebatadora, com desejo de ganhar o mundo com as extravagâncias que reafirmavam a criatividade de um talento inesgotável.

Foto: Prince

Leonard Cohen

O cantor e compositor canadense lançou seu último disco, You Want It Darker, neste mesmo ano, adiantando em suas letras que o fim se aproximava. Fez isso como sempre, entre lágrimas e sussurros, com letras que traziam a poesia de um artista que soube, como poucos, conectar música e literatura (recebeu o prêmio Príncipe de Astúrias das Letras em 2011). Foi um cantor e compositor autêntico, daqueles que tocam nossa alma e renovam nosso espírito. Seu vida de excessos, traições e aventuras (Janis Joplin foi uma de suas conquistas) e alguns fantasmas fizeram dele uma referência mundial, com obras que ganham múltiplas versões (como a célebre Hallelujah). Sua voz profunda, seu ar sombrio e misterioso foram suas principais marcas, características que lhe levaram a uma maturidade com sucessos e tropeços. Ainda que nem tudo tenha sido um mar de rosas, a crítica e o público sempre o mantiveram no olimpo musical.

Foto: Leonard Cohen

George Michael

George Michael foi um artista múltiplo. Primeiro foi parte da dupla Wham! e mais tarde, um respeitado cantor solo. No universo do pop britânico, George Michael se consolidou como um ídolo das massas, com canções que se tornaram verdadeiros hinos, uma estética extravagante e tendo o carpe diem (aproveite o dia) como bandeira em suas letras e shows. Os anos 80 e o princípio dos 90 foram seus anos dourados. Como cantor solo, seu sucesso extrapolou limites qualitativos e qualitativos – vendeu 100 milhões de discos. E surfou nessa onda até meados dos anos 90, quando lançou Faith, seu disco de referência, em que o funk-pop é o gênero mais explorado.

Há personalidades que, além de se destacarem na sua profissão, tornam-se exemplos para a sociedade. George Michael não foi apenas um cantor, mas um símbolo para a comunidade LGBTI ao dar um passo à frente depois de anos de silêncio e a viver sua orientação sexual de forma natural e livre, estilo que sempre marcou sua música. Por causa de sua ousadia, muitos jovens se libertaram e começaram a ser felizes.

Foto: George Michael

Agora é hora de conferir a playlist que preparamos e incrementar suas listas musicais com o melhor desses grandes artistas. A música é seu grande legado.

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